A Caixa Econômica iniciou nesta segunda-feira, 21 de julho, a nova rodada de repasses do Bolsa Família. Os depósitos seguem o cronograma estabelecido conforme o final do Número de Identificação Social (NIS), e, neste momento, é a vez de quem possui NIS terminado em 2.
Com o depósito já disponível, os beneficiários têm à disposição tanto o valor fixo quanto os adicionais previstos conforme o perfil de cada família. Além disso, é possível sacar o dinheiro presencialmente ou movimentar os valores por meio digital.
Como funciona a ordem de pagamento do Bolsa Família?

O calendário de repasses do Bolsa Família segue a lógica do dígito final do NIS, que varia de 0 a 9. Dessa forma, os valores são liberados em dias úteis ao longo do mês, garantindo que o processo ocorra de forma escalonada, evitando filas e aglomerações.
Confira abaixo as datas organizadas por final de NIS para o mês de julho:
- NIS terminado em 1: pagamento em 18/07
- NIS terminado em 2: pagamento em 21/07
- NIS terminado em 3: pagamento em 22/07
- NIS terminado em 4: pagamento em 23/07
- NIS terminado em 5: pagamento em 24/07
- NIS terminado em 6: pagamento em 25/07
- NIS terminado em 7: pagamento em 28/07
- NIS terminado em 8: pagamento em 29/07
- NIS terminado em 9: pagamento em 30/07
- NIS terminado em 0: pagamento em 31/07
Qual o valor pago neste mês?
O piso do Bolsa Família segue sendo de R$ 600, mas o montante recebido pode variar conforme a composição familiar. Isso acontece porque há valores extras que são acrescentados ao benefício de acordo com o número de dependentes e outras condições específicas.
Entre os acréscimos previstos pelo governo federal, estão:
- R$ 150 para cada criança com até seis anos de idade
- R$ 50 para dependentes entre sete e dezoito anos incompletos
- R$ 50 extras para mulheres gestantes
Esses adicionais são incluídos automaticamente no pagamento, sem necessidade de solicitação por parte da família. Eles têm o objetivo de garantir um suporte maior para núcleos familiares com crianças e adolescentes, bem como para gestantes, que requerem mais atenção nos gastos com saúde e educação.
